Em dia de protestos, Milan
vence o Siena
Em dia de protestos contra atitudes
racistas nos estádios da Europa, o Milan venceu o Siena por 2 a 1, no San Siro,
em Milão, após início irregular.
Boateng faz aquecimento
ao lado de seus companheiros com camisa contra o racismo.
(Foto: Agência AFP)
Os jogadores
milanistas foram a campo com camisas onde se lia a mensagem "Milan against
the racism". Nesta semana o time do Milan havia deixado o campo durante um
amistoso contra o Pro Patria depois de insultos racistas a Boateng, Nieng e
Muntari.
No primeiro
tempo, o Milan, encontrou dificuldades para superar a forte marcação do Siena.
Mesmo jogando em casa, os rossoneros não conseguiram sair do zero na etapa
inicial.
Logo aos 10 da
última etapa, Allegri lançou Bojan no lugar de um apagado Nocerino, em
substituição que mudaria a história da partida. Aos 22, após cruzamento de
Boateng, o jogador se antecipou a Paci e testou de cabeça para abrir o marcador
no San Siro.
Aos 35, tudo que o Milan queria: tranco do brasileiro Felipe em
cima de Pazzini dentro da área, que aguardava "ansiosamente" o toque.
Pênalti marcado pelo árbitro Calvarese e muita reclamação dos jogadores do
Siena. Na cobrança, o próprio Pazzini deslocou o goleiro e ampliou para os
donos da casa em chute no ângulo direito de Pegolo. Faltando três minutos para o fim do
jogo, o Siena ainda diminuiu o marcador, com um gol de Paolucci.
O resultado
deixou a equipe de Milão com 30 pontos, ainda na sétima colocação na tabela de
classificação. O Siena, que na próxima rodada vai encarar o Torino, em Turim,
permaneceu na lanterna do Campeonato Italiano, com 11. Os rossoneros terão pela
frente a Sampdoria, no estádio Luigi Ferraris.
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